PENSEI SER MEU O OLHAR
Pensei ser meu aquele olhar…
Ah Narciso! Olhai o mar
Tão maior que o diminuto lago…
Quantos, como tu, reclamam o afago
Das mãos - Graciosas petúnias
Que Deusas apontam, ó calúnias!
Afagarem, sob a luz fraca do poente
Outros… E não a mim!
Chorai Narciso, a dor pungente!
(Dedicado a cantora russa Yasya)
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Observação
No texto, o homem se compara à Narciso, assumindo sua identidade na narrativa
André da Costa
Enviado por André da Costa em 10/01/2026
Alterado em 10/01/2026