RUBRO O ARREBOL, RUBRO O VESTIDO DE GALA
Repreendido
Justificava-me, vencido
Pelo brilho da opala…
Já não o céu
Mas o véu…
Perdoai, Valkirias do Valhalla,
Mas os lábios mornos, mortais
Os suspiros e ais
O ardor pueril que não cala…
Não o vi no céu, entre deidades
Mas entre lembranças, dor e saudades
Da tarde primaveril, do vestido rubro de gala!
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Observação
“opala” - Se refere aos olhos
André da Costa
Enviado por André da Costa em 25/12/2025
Alterado em 25/12/2025