CATIVO
Aí dos pomos nos pomares!
Onde, as delicadas mãos que alcançavam os frutos?
Vivendo pesares e lutos
Lamentam os homens nos bares!
Silente, serena e calma
Foi-se a Madona, levando consigo
Por impiedade, como castigo
Os sonhos, a fé, a alma!
Não verterei pranto
Cativa a teu seio sacrossanto
Minh’alma será feliz!
(Poema dedicado a Karishma)
André da Costa
Enviado por André da Costa em 15/10/2025