O ALTAR DE AFRODITE
Guardai as joias ao relicário!
Quem viu a turmalina?
Olhares atrevidos, na surdina…
Buscavam no lúmen, os contornos
Fria a joia ante o lábio morno
Nunca foi o ouro, altar de copiosa sina!
(Poema dedicado a Alisha)
André da Costa
Enviado por André da Costa em 02/10/2025
Alterado em 05/10/2025